Ricardo Rangel

Sobre

Tenho 54 anos, sou carioca, nunca fiz política, nunca ocupei cargo público. Sou formado em Administração pela UFRJ, com pós-graduação pelo IBMEC e pela FGV/RJ. Fui diretor da Icatu Holding e sócio-diretor da Conspiração Filmes. Assino uma coluna no jornal O Globo (no momento, suspensa por causa da campanha eleitoral).

Acredito que todos somos livres e iguais em valor. Acredito na liberdade de pensamento e de expressão, na liberdade de imprensa, na liberdade de religião, em mercados livres, nos direitos civis, na democracia, em Estado laico, na igualdade entre os sexos e entre as raças, na liberdade de cada um de viver sua sexualidade como quiser, na igualdade de oportunidades, na cooperação entre os povos.

Sou contra qualquer tipo de privilégio, seja de classe, de sexo, de raça ou o que seja. Acredito no valor do trabalho e na propriedade privada. Acredito que cada um tem o direito de viver sua vida como quiser, que todos devem ser responsáveis pelo que fazem, e que o Estado só pode se imiscuir na vida de um cidadão para defender um direito concreto e objetivo de outro cidadão. Acredito que todos temos o direito à vida, à liberdade e à busca da felicidade.

Decidi me candidatar a deputado federal porque considero que o Brasil vive um círculo vicioso: como há muita corrupção na política, quem é decente não participa; como quem é decente não participa, a política se torna cada vez mais corrupta. É hora de romper esse círculo.

Escolhi o Partido Novo porque é o partido mais comprometido com uma maneira limpa de fazer política e porque concordo com sua visão de Estado, com prioridade absoluta para as atribuições que só ele pode desempenhar: segurança, educação, saúde, saneamento, pesquisa científica, cultura etc. Ninguém precisa do Estado para furar poço de petróleo ou administrar aeroporto.

Sendo nosso país tão injusto e desigual, acredito que é necessária uma rede de amparo social como o Bolsa Família. Devemos ter em mente, no entanto, que i) o programa precisa ser bem fiscalizado, de modo que só beneficie quem de fato precisa dele; é imperativo que a exigência de que as crianças estejam na escola seja cumprida; iii) a meta é que, com o tempo, o programa se torne obsoleto, pois todos devem ser capazes de trabalhar e se sustentar sem o auxílio do Estado.